Não é a inércia que me impede de alterar este meu repouso em ti, mas sim a vontade própria. Esta impressão viva de te querer, de não te amar em vão. Esta densa vontade de te ter, esta singularidade de seres meu.
Somos eternos amantes. Somos amantes internos. Somos uma paixão, sabemos nós que é verdadeira. Somos dignos, honrados por corações pertencentes. Somos peças que encaixam e sorriem. De amor estamos alimentados. De amor nos alimentamos um ao outro. Sussurro... Um amor não decifrado, mas bem guardado na porta desta voz secreta denominada coração.