17.3.11

Despida de segredos, vestida de verdades

Eu sinto todas as vezes em que me deito no teu peito, em que me penteias o cabelo com as tuas mãos enormes. Sinto todas as vezes em que ligas o rádio e começa a dar aquela música, sabes? Aquela música. 
Se fosse possível ligar o amor e desligar a ansiedade, não tinha lá muito graça. Ora, a ansiedade de te ver a cada segundinho que passa vai aumentando, as minhas pernas tremem, a minha barriga é preenchida por borboletas, o meu coração torna-se descompassado e ao mesmo tempo, tão sereno. E são pequenas coisas como estas, que formam a graça de uma relação, como a nossa.
Fazes-me sorrir, quando sorris. Torná-mo-nos em dois doidos, ao sonhar acordados em volta de uma vida que decidimos percorrer, partilhar, completar, viver... juntos. Estamos dispostos a tudo para ficar assim, na simplicidade de um beijo, de um abraço, de uma paixão desmedida e das nossas mãos sempre dadas. Mesmo quando estamos longe.
És um vencedor, no meio deste nosso mundo, pelo facto de me conquistares todos os dias, pela forma como piscas os olhos quando me olhas, me sorris ou simplesmente me tocas. E eu uma vencedora, por tu me pertenceres e por te amar cada vez mais, a cada dia que passa.
Fico feliz da vida, por gostares de mim, assim... na simplicidade do meu ser, e na complexidade do mesmo. Por gostares de mim, tal e qual como sou. Despida de segredos, vestida de verdades.

23 comentários:

  1. ainda bem meu amor.
    estou mal...mas fico bem*

    ResponderEliminar
  2. vamos deixar de falar de mim. tu, como estás?

    ResponderEliminar
  3. pode ser que um dia também calhe a mim :p

    que bonito*

    ResponderEliminar
  4. ahahah, já não nos sentimos sozinhas (a)

    ResponderEliminar
  5. não sou a única pessoa estranha então (a) cobra sim (:

    ResponderEliminar

Sinceridade é o único requisito