18.8.11

mil felicidades, para nós

Adoro relembrar mil e uma vezes a primeira em que estivemos juntos. Olhei-te, tremia por tudo o que era lado. "Estás nervosa?"- perguntavas-me tu.
"Não estou com frio"- Respondia-te eu, a medo.
Sim, estavas certo. Nervos era o que mais tinha naquele momento, mas como fazia um frio lá fora aproveitei. Não acreditaste no que eu disse, como é óbvio. Pedias-me para te olhar nos olhos, mas eu disse que isso me intimidava. Disseste que eu estava calada. Desculpa, mas não sabia o que dizer perante ti. Rias-te da minha cara de pavor. Paraste o carro num sítio qualquer (escusado será dizer que nos perdemos). Viraste-te para mim e perguntaste se eu estava com vergonha. Eu respondi-te que era óbvio que não. Então disseste para eu olhar para ti e eu olhei a medo. Parecia uma criança que é deixada na primária pela primeira vez. Perguntaste-me se custou. Não, não custou nada meu amor. Perguntaste-me se ia embora sem me despedir de ti, eu tremi ainda mais, não, claro que não ia. Tu olhaste-me nos olhos e roubaste-me o tão esperado beijo. Eu sorri. Já não tremia mais. A expressão de pavor tinha sido transformada em expressão de felicidade estonteante e o resto escusado será dizer. Passados (quase) seis meses, fazes de mim a mulher mais feliz, mais apaixonada, mais tudo do mundo. Obrigada, homem da minha vida. Amo-te muito!

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Sinceridade é o único requisito